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Cerca de 30% dos casos de cancro detectados são resultado de estilos de vida inadequados e alimentação pouco saudável, o que o diz é um estudo feito pela Direção Geral de Saúde!

Quando se fala de problemas de saúde o melhor mesmo é sempre a prevenção, sem dúvidas. Mas se já não for a tempo de prevenir e está a lutar contra o cancro, hoje deixo-lhe algumas sugestões para não sofrer tanto com os tratamentos!

 

Um dos principais efeitos do tratamento contra o cancro são as náuseas e os vómitos que levam à perda do apetite. E o que fazer para superar esta desordem? Em primeiro lugar, é importante que coma com calma (nada de pressas!) e que faça as suas refeições num ambiente acolhedor e saindo um pouco da rotina diária para se esquecer/distrair dos sintomas que sente. Por outro lado, aproveite para comer sempre que tiver fome, mesmo que sejam poucas quantidades, tenha sempre à mão alguma coisa para mordiscar quando a fome aparece!

 

Quando se tratam de dores na boca, gengivas e garganta o melhor mesmo será optar por alimentos fáceis de mastigar (batidos, bananas, puré de fruta, purés, gelatina, ovos mexidos, etc), devendo evitar alimentos que "irritem" a boca (citrinos, alimentos condimentados e salgados, alimentos àsperos e secos).

 

Caso sinta alterações no paladar e olfacto é aconselhável que cozinhe alimentos que tenham uma cor mais apelativa e um aroma melhor, sendo que poderá também priviligiar as ervas aromáticas na altura de fazer os seus cozinhados.

 

Para situações de secura da boca deve ter-se sempre por perto uma garrafa com água para que possa beber pequenos goles de tempos a tempos. Além disso, pode também chupar um rebuçado ou beber liquidos muito doces ou muito ácidos que aumentam a produção de saliva.

 

Finalmente, para combater as náuseas e vómitos poderá recorrer à ajuda de alguns alimentos, como:

  • Iogurtes
  • Arroz e Massa
  • Ovos
  • Bananas Maduras
  • Carnes Magras e Peixe

Deverá também eliminar e/ou reduzir alguns alimentos da sua alimentação diária:

  • Alimentos fritos e com gordura
  • Legumes crus
  • Condimentos fortes
  • Alimentos com cafeína

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má digestão

 

A dispepsia é um problema gástrico mais conhecido por má digestão ou indigestão, sendo provocada por vários factores como o excesso de madicamentos, consumo abusivo de alcóol ou tabaco, stress e depressão. Os seus principais sintomas são:

  • Queimação e Dores de estômago;
  • Azia;
  • Náuseas;
  • Sensação de estômago distendido;
  • Saciedade precosse;
  • Excesso de arrotos.

Desta forma, a melhor maneira de prevenir e evitar a dispepsia é adquirindo hábitos alimentares mais saudáveis e um estilo de vida mais activo. Como tal, o individuo deve deixar de fumar, reduzir o consumo de alcóol, não se auto-medicar, praticar exercício físico e actividades de lazer para diminuir o stress. Por outro lado, é importante que quem sofre destes sintomas se esforce por fazer refeições calmas, onde possa mastigar bem os alimentos e comer lentamente, assim como deve evitar refeições muito "pesadas" e excessivas. Finalmente, há que ter em atenção um factor importante: nem todos os alimentos que são rotulados como "alimentos de dificil digestão" provocam dispepsia, pois isso também irá variar de pessoa para pessoa, de organismo para organismo. É muito importante conhecer os sinais que o seu corpo lhe transmite e, dessa forma, perceber quais os alimentos que deve ou não evitar e em que altura do dia.

 

Recomendações:

  • Evitar beber muitos liquidos às refeições;
  • Evitar o consumo de alimentos gordurosos;
  • Evitar refrigerantes, bebidas alcoólicas e cafeína em grandes quantidades;
  • Evitar carnes vermelhas;
  • Evitar refeições demasiado temperadas;
  • Evitar fazer grandes refeições à noite;
  • Evitar alimentos ricos em enxofre (agrião, brócolos, batata doce, cebola, leguminosas);
  • Evitar alimentos ácidos;
  • Evitar alimentos flatulentos (abacate, agrião, feijão, favas, grão, lentilha, pepino, rabanete).

 

 

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Sim, sem dúvida!

A enxaqueca é um problema crónico que pode durar vários dias seguidos e que surge associado ao stress, insónias, variações hormonais, estados de ansiedade e... MÁ ALIMENTAÇÃO! Desta forma, é importante levar um estilo de vida mais calmo e, ao mesmo tempo, adoptar hábitos alimentares mais saudáveis. Existem certos nutrientes que têm um papel fundamental no combate a enxaquecas: selénio, magnésio e óega 3. Assim sendo, deve consumir alimentos como:

  • A maçã, o gengibre, a cenoura e o kiwi (que são extremamente antioxidantes e evitam estados inflamatórios);
  • O pão integral, os peixes, as carnes magras, os iogurtes, a noz e as verduras (que proporcionam uma maior sensação de bem estar);
  • Castanha do pára e amêndoa (ricas em selénio diminuem a intensidade das enxaquecas);
  • Aveia, sementes e tomate (ricas em magnésio).

Por outro lado, há que saber que alimentos evitar:

  • Molhos;
  • Salgados;
  • Sopas prontas;
  • Produtos fumados;
  • Refrigerantes;
  • Amendoim.

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Já falámos da intolerância à lactose, por isso hoje vamos falar da alergia ao leite!
Sabe a diferença entre intolerância à lactose e alergia ao leite?
Na verdade, estes dois conceitos são muitas vezes confundidos e utilizados de forma errada. Assim sendo, ao contrário da intolerância à lactose, a alergia ao leite (mais conhecida como alergia às proteínas do leite de vaca) consiste numa rejeição do organismo às proteínas existentes no leite.
Geralmente, a alergia às proteínas do leite de vaca é mais comum na infância pois é a altura em que o organismo está mais imaturo e, consequentemente, é mais sensível aos antigénios alimentares. 

Assim sendo, os principais sintomas da alergia ao aleite são:
- Diarreia;
- Prisão de Ventre;
- Cólicas;
- Refluxo;
- Vómito;
- Urticária e Vermelhidão na Pele.

Aquando de uma alergia ao leite, é importante ter em atenção tudo aquilo que se come e não apenas os produtos lácteos, sendo necessário a restrição de quaisquer produtos que sejam confeccionados com leite. Desta forma, não se pode ingerir leite de vaca e derivados, bolachas, biscoitos, sobremesas, gelados, molhos, chocolates, manteigas e natas que sejam feitas com leite.
ATENÇÃO! Os leites e derivados sem lactose também não podem ser ingeridos por pessoas alérgicas à proteína do leite! Deve-se optar por produtos à base de soja. 
Com o crescimento, geralmente, esta alergia passa, não sendo necessariamente obrigatório que uma criança que tenha sido alérgica ao leite nos primeiros anos de vida venha mais tarde a ser intolerante à lactose!

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A intolerância à lactose é um distúrbio alimentar que se caracteriza essencialmente pela dificuldade total ou parcial da digestão da lactose (um açúcar existente no leite). Esta intolerância pode surgir em qualquer idade e tem como principais sintomas:
- Diarreia;
- Gases;
- Cólicas;
- Náuseas.

 

Mas, atenção, intolerância à lactose não é o mesmo que alergia à lactose!

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Sabia que nem sempre quando sente fome, o seu organismo tem de facto fome? Pois é, esta realidade pode parecer um pouco controversa mas a verdade é que existem dois tipos de fome: a fome fisiológica (fome real) e a fome psicológica (fome influenciada por emoções). Mas, pergunta você, como é que nós conseguimos perceber de que fome se trata?

De facto, estes dois tipos de fome são muito antagónicos. Geralmente quando estamos realmente com fome, ou seja, quando a nossa fome fisiológica dá "o ar da sua graça" sentimos o estômago a roncar, sendo que é uma fome que surge gradualmente (geralmente passadas 3 horas desde a última refeição), pode ser silenciada com a ingestão de água ou depois de fazer uma refeição. Por outro lado, a fome psicológica é uma fome que surge de forma repentina, sendo caracterizada pelo desejo incassável por determinada comida (ex.: chocolate). A fome psicológica mantém-se mesmo aquando da ingestão de água ou de uma refeição normal, podendo aumentar com o stress (ao contrário da fome real). A fome psicológica está, muitas vezes, associada a transtornos alimentares como a obesidade ou a bulimia, situações nas quais as pessoas se culpabilizam imediatamente após a ingestão desse alimento.

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A retenção de líquidos é um problema causado essencialmente devido a um transtorno hormonal aliado ao excessivo consumo de sal e à escassez de proteínas ou outros nutrientes. Além disso, a retenção de liquidos pode também surgir associada a doenças cardiovasculares, gravidez, síndrome pré-menstrual ou alterações no funcionamento do figado. 

Desta forma, a principal forma de combater a retenção de líquidos é alterar os hábitos alimentares:

  • Aumentar a ingestão de líquidos (no minímo 1,5L) para que as toxinas possam ser mais rapidamente eliminadas do nosso organismo;
  • Diminuir o consumo de sal, evitando enchidos, fast-food e alimentos pré-cozinhados;
  • Aumente o consumo de proteínas, através do consumo de carnes brancas e peixe;
  • Ingira infusões após as refeições (especialmente o chá verde) pois têm efeitos diuréticos;
  • Aumente o consumo de frutas e legumes (especialmente o ananás e a beringela) pois estes ajudam a eliminar as toxinas existentes no nosso corpo;
  • Pratique actividade física regularmente.

 

Nunca se automedique com diuréticos! Se a sua retenção de liquidos for excessivamente preocupante procure a ajuda de um profissional que saberá qual a medicação ou outras medidas que terá de tomar para diminuir o seu problema!

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O tempo frio veio para ficar e as previsões apontam que se mantenha por mais algum tempo... E, todo os anos, lá vem aquela desagradável gripe que não nos deixa sossegados, devido à tosse intensa e ao congestionamento nasal, assim como ao mau estar geral provocado pela febre... Mas o que fazer para evitar estas complicações? 

 

Em primeiro lugar, é imperativo que reforce o seu sistema imunitário! E pergunta-se "Como poderei eu reforçar o meu sistema imunitário?". A resposta a esta questão é mais simples do que imagina... Basta ter em atenção a sua alimentação e seguir algumas dicas! Por isso, se quer proteger-se das incomodativas gripes tome algumas precauções:

  • Beba cerca de 1,5L ou mais de água por dia para garantir que as suas vias respiratórias se mantém húmidas. Se preferir pode recorrer a infusões.
  • Consuma frutas citricas como a laranja, tangerina, abacaxi (entre outras) pois estas são ricas em Vitamina C que contribui para a protecção do nosso organismo.
  • Coma iogurtes naturais e beba leite, porque são alimentos que fornecem ao nosso organismo bactérias que impedem a invasão de bactérias causadoras de doenças e que têm funções antivirais.
  • Inclua alho nas suas refeições, uma vez que o alho aumenta as defesas do nosso organismo e previne gripes.
  • Não se esqueça do mel que contribui positivamente para o tratamento de problemas pulmonares e de garganta, devido às suas funções antibacteriana e antiséptica.
  • Consuma gengibre (ou chá de gengibre) pois tem propriedades expectorante.
  • Dê preferência ao chá de hortelã pois este é conhecido por ser um remédio caseiro contra gripes, resfriados e dores de garganta!

"Nós somos aquilo que comemos." Nunca se esqueça disso! Se optar por ter uma alimentação equilibrada que promova superimunidade, não se estará apenas a proteger contra os malefícios das doenças, mas também contra os efeitos nocivos dos medicamentos.

 

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Aqui está uma óptima questão! 

 

Actualmente a soja e os produtos derivados da mesma estão cada vez mais enraizados na nossa sociedade, sendo o seu consumo acentuado. Contudo, existem muitas pessoas que, na altura de comprar leite, se perguntam se devem levar leite de soja ou o comum leite de vaca. "Qual será a escolha mais saudável?" perguntam-se.

Mas, na realidade, o ponto que deve ser analisado é qual dos leites se adequa mais às características individuais de cada um.

Desta forma, e apesar de ambos os produtos serem uma óptima fonte de proteína, a verdade é que as diferenças nutricionais entre eles são enormes. Por um lado, o leite de vaca é um produto de origem animal que se encontra no grupo dos leites e derivados na roda dos alimentos, enquanto o leite de soja é um produto de origem vegetal pertencente ao grupo das leguminosas. O leite de vaca é tradicionalmente conhecido por nos fornecer grandes quantidades de cálcio e fósforo, nutrientes muito importantes para o fortalecimento ósseo, enquanto o seu "adversário" apresenta baixos níveis dos mesmos. Contudo, estudos recentes demonstram que o leite de soja pode ser benéfico para reduzir o risco de cancro da mama, doenças cardiovasculares, sintomas da menopausa e cancro da próstata; sendo que o consumo de alimentos à base de soja devem ser evitados por pessoas com hipoteroidismo pois a soja impede o bom funcionamento da glândula. 

 

Assim sendo, se não é intolerante à lactose não existe qualquer problema em optar pelo tradicional leite de vaca, assim como por produtos lácteos (queijo, iogurtes, natas, etc.), sendo que é preferível optar-se sempre pelas versões magras dos mesmos. Caso seja intolerante à lactose, o leite de soja e seus derivados são uma boa opção, sendo que deve recompensar o baixo aporte de cálcio e fósforo disponíveis no mesmo com um aumento do consumo de peixes e legumes. 

 

 

ATENÇÂO:

 

Um copo de 200ml de LEITE DE SOJA contém:

  • 72 Kcal
  • 186g de Proteína
  • 4,4g de Gordura
  • 36mg de Cálcio
  • 96mg de Fósforo

 

Um copo de 200ml de LEITE DE VACA MAGRO contém:

  • 68 Kcal
  • 6,8g de Proteína
  • 0,4g de Gordura
  • 228mg de Cálcio
  • 164mg de Fósforo

 

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A doença celíaca é uma doença que danifica o sistema digestivo e o intestino delgado. Esta doença crónica caracteriza-se pela intolerância do organismo a uma proteína denominada por glúten, o que faz com que os doentes celíacos não podem comer produtos com glutén. Esta doença é genética e os seus principais sintomas são: distenção e dor abdominal, diarreia crónica ou prisão de ventre, vómitos, perda de peso, anemia, depressão ou ansiedade, alteração do ciclo menstrual, aftas recorrente e dores ósseas ou articulares. Quando uma pessoa não sabe se é intolerante ao glutén deverá pedir ao médico para fazer análises ao sangue e às fezes, de forma a que se confirme a má absorção de alimentos. 

Um doente celíaco está extritamente proibido de consumir produtos como: farinha de trigo, de aveia e de centeio, pão, bolos e bolachas, massas, iogurtes com cereais, farinheira e alheira, delicias do mar, pizzas, lasanhas e canelones. Contudo, existem ainda outros alimentos que podem conter na sua composição glutém e com os quais os doentes celíacos devem ter algum cuidado antes de os consumir. Actualmente, são mais que muitas as ofertas que existem nas superficies comerciais para doentes celíacos, sendo que já existe no mercado lojas que vendem os produtos tradicionais como o pão ou as massas sem glutén. 

Por fim, existem alimentos que estão isentos de glutén e que podem ser consumidos "à vontade" pelos doentes celíacos, como é o caso da batata, arroz, milho, carne, peixe, ovos, fruta, vegetais, leguminosas, queijo fresco, iogurte natural, requeijão, azeite e óleo vegetais, água, vinho, chá, especiarias e ervas aromáticas.

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